quinta-feira, 29 de abril de 2010
Simples assim...
domingo, 11 de abril de 2010
A sabedoria no viver

- (...) A reverência à sakura exemplifica a profundidade do caráter nacional: eles são apaixonados pela vida e se impressionam com a natureza - diz a advogada americana Kathryn Baxter, que vive em Tóquio. (...)"
sexta-feira, 9 de abril de 2010
ENSAIOs e conversas
Meu coração e minha língua fizeram um trato: quando meu coração estiver enfurecido, minha língua guardará silêncio.
As palavras respondem aos sentimentos, e os sentimentos às ideias.
Por isso, é impossível dominar nossas palavras se não somos senhores de nossos sentimentos; e estes sentimentos irão se acalmando segundo a força de nossas ideias.
A um coração que não se domina, responderão palavras violentas e ferinas; a um coração fechado em si, sucederão palavras e atitudes que depreciam os demais.
Por conseguinte, calarei quando meu coração não estiver sossegado e em calma; não falarei, pois seguramente me arrependerei do que disser ou, pelo menos, do modo como o disser, ou do momento em que o disser.
Se em geral o coração não costuma ser bom conselheiro, menos o será quando não estiver em paz e não se sentir senhor de si mesmo.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
SOS vida Rio

Queridos amigos e amigas,
Acabamos de festejar a Páscoa, que significa passagem, ressurreição/ascensão. Meditemos sobre este tema e sua relação com a água purificadora em nossa prece coletiva.
As horas sugeridas para esta prece coletiva são 12:00 e 18:00 horas. Mas qualquer momento também será válido. A prece que vocês escolherem será a que brotar naturalmente do seu coração.
A união é a força e nossas cidades desde já agradecem.
Com amor e respeito,
Ivonete Auricchio
P.S. - Se puder, passe adiante.
terça-feira, 6 de abril de 2010
em SINTONIA
Anjo© da Sabedoria para Abril
Mensagem de Inspiração
A sabedoria nasce da experiência, de um coração profundo e da vontade de aprender. Acrescente sua maturidade e seu conhecimento interno para alimentar espiritualmente cada momento criativo.
A sabedoria do inevitável é uma grande professora – começos, finais, a necessidade de comer e de dormir, as árvores perdendo suas folhas, e tudo o que nos faz amadurecer à medida que seguimos pela vida. Isto me faz lembrar o começo da oração da Serenidade: “Que Deus me dê a serenidade para aceitar aquilo que não posso mudar, a coragem para mudar aquilo que posso e a sabedoria para distinguir uma coisa da outra”.
Esta é a tarefa: saber a diferença. Mas como? Às vezes aquilo que podemos mudar está claramente definido enquanto que outras vezes está encoberto pela emoção. Cultivar um contexto interno para a nossa caminhada significa examinar minuciosamente nossos apegos. A sabedoria vem com a experiência e a maturidade, vem de vivenciar nossos aprendizados e de deixar aquilo que é ser, e ser, e ser.
O acesso à nossa sabedoria vem quando estamos mentalmente presentes, fazendo tudo aquilo que podemos para prestar atenção, utilizando tudo aquilo que aprendemos, trazendo as melhores técnicas que conhecemos, a melhor postura que temos, nosso melhor entendimento e aplicando-os imediatamente. Isto invocará a profunda e luminosa sabedoria de seu coração, alimentando cada momento criativo.
Toda cultura antiga tem um grupo interno de guardiões da sabedoria, que preservam e mantêm as tradições. Estes ensinamentos ocultos estão dentro do fluxo de nossa mente, prontos para revelar e ressaltar nossa compreensão do impulso evolutivo e nos dão segurança, quando chega o tempo de expulsarmos de nossas percepções coletivas, aquilo que é ultrapassado.
Que a Sabedoria dos Antigos liberte suas memórias e ilumine seu caminho para casa.
Calorosamente,
Kathy –
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ENSAIOs e conversas
Maturidade espiritual
Durante a infância, o ser humano experiencia a fase do egocentrismo. Acredita que o mundo gira em torno dele próprio. A criança espera que tudo seja do jeito que gosta. Acredita ter direito ao melhor presente, à comida preferida e exige a atenção da família toda para si.
É possível estabelecer uma comparação entre essa fase natural da evolução física e a evolução espiritual. Afinal, homens são Espíritos que temporariamente vestem um corpo de carne.
Enquanto um homem tem a atenção focada em seus prazeres e necessidades, ele está na infância espiritual. Por mais antigo que seja, ainda não atingiu a maturidade. Considera absolutamente necessário defender seu espaço e fazer valer suas prerrogativas. Como uma criança, entende ser justo o que o beneficia. Assim é o discurso infantil a respeito da justiça. Qualquer pequeno dever é injusto. A mínima contrariedade representa opressão. Já as vantagens todas, por grandes que sejam, são naturais.
A maturidade espiritual revela-se por uma diferente compreensão do justo. O olhar já não está todo em vantagens e desejos. Não há mais a percepção de que o mundo precisa atender todas as suas necessidades. Gradualmente, o homem compreende que o direito nasce do dever bem cumprido. Ele também entende que a vida em sociedade pressupõe renúncia. Não é possível que todos realizem as próprias fantasias. Se isso ocorresse, haveria o caos. Há necessidade de limites e de concessões para a harmonia social.
O homem maduro aprende a prestar atenção nos direitos dos outros, pois o ideal do justo já despertou nele. Sabe que a justiça é uma arte que implica dar a cada um aquilo que é seu. Por isso, não avança no patrimônio do semelhante. Não quer vantagens inapropriadas e nem aceita privilégios que os demais não podem ter. Compreende que a família do próximo é tão respeitável quanto a dele. Sabe que o patrimônio público é sagrado, pois voltado ao atendimento das necessidades coletivas. Respeita profundamente a honra e as construções afetivas dos outros. Seu senso ético não lhe permite baixezas, razão pela qual também tem a própria honra em grande conta.
O espetáculo das misérias humanas revela o quanto ainda são imaturas as criaturas, sob o prisma espiritual. Entretanto, todas serão conduzidas à maturidade, pelos meios infalíveis de que a vida dispõe. Cedo ou tarde, compreenderão quão pouco adianta amealhar bens e posições à custa da própria dignidade. Quem se permite baixezas tem um despertar terrível, após a morte do corpo. Assimila que, na cata de vantagens, se tornou um mendigo na verdadeira vida. Percebe que sacrificou o permanente pelo transitório e perdeu tempo, pois terá de recomeçar o aprendizado.
Pense nisso.
Colaboração de Lindaci via e-mail.
