sábado, 19 de maio de 2012

SER humano




REGRAS DE SE SER HUMANO


Você ...receberá um corpo.
Pode gostar dele ou odiá-lo, mas ele será seu durante essa rodada.
Você aprenderá lições.
Você está matriculado numa escola informal, de período integral, chamada vida. A cada dia, nessa escola, você terá a oportunidade de aprender lições. Você poderá gostar das lições ou considerá-las irrelevantes ou estúpidas.
Não existem erros, apenas lições.

O crescimento é um processo de tentativa e erro: experimentação. As experiências que não dão certo fazem parte do processo, assim como as bem sucedidas.
Cada lição será repetida até que seja aprendida.
Cada lição será apresentada a você de diversas maneira, até que a tenha aprendido. Quando isso ocorrer, você poderá passar para a seguinte. O aprendizado nunca termina.
Não existe nenhuma parte da vida que não contenha lições.
Se você está vivo, há lições para aprender.

“Lá” não é melhor do que “aqui”.
Quando o seu “lá” se tornar em “aqui”, você simplesmente entenderá que o melhor é viver o "aqui" e "agora".

Os outros são apenas seus espelhos.
Você não pode amar ou detestar algo em outra pessoa, a menos que isso reflita algo que você ama ou detesta em si mesmo.
O que fizer de sua vida é responsabilidade sua.
Você tem todos os recursos de que necessita. O que fará com eles é de sua responsabilidade. A escolha é sua.
As respostas estão dentro de você.

Tudo o que tem a fazer é meditar, analisar, ouvir e acreditar.

Twyla Nitsch

Fonte: postagem extraída do Facebook, maio 2012.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Sabedoria de mãe



Divulgando porque adorei!


Feche a boca e abra os braços.
Dia das Mães!!!!




Uma amiga ligou com notícias perturbadoras: a filha solteira estava grávida.

Relatou a cena terrível ocorrida no momento em que a filha finalmente contou a ela e ao marido sobre a gravidez.
Houve acusações e recriminações, variações sobre o tema "Como pôde fazer isso conosco?" Meu coração doeu por todos: pelos pais que se sentiam traídos e pela filha que se envolveu numa situação complicada como aquela.

Será que eu poderia ajudar, servir de ponte entre as duas partes?

Fiquei tão arrasada com a situação que fiz o que faço - com alguma frequência - quando não consigo pensar com clareza: liguei para minha mãe. Ela me lembrou de algo que sempre a ouvi dizer. Imediatamente, escrevi um bilhete para minha amiga, compartilhando o conselho de minha mãe: "Quando uma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços".

Tentei seguir o mesmo conselho na criação de meus filhos. Tendo tido cinco em seis anos, é claro que nem sempre conseguia. Tenho uma boca enorme e uma paciência minúscula.

Lembro-me de quando Kim, a mais velha, estava com quatro anos e derrubou o abajur de seu quarto.
Depois de me certificar de que não estava machucada, me lancei numa invectiva sobre aquele abajur ser uma antiguidade, sobre estar em nossa família há três gerações, sobre ela precisar ter mais cuidado e como foi que aquilo tinha acontecido - e só então percebi o pavor estampado em seu rosto. Os olhos estavam arregalados, o lábio tremia. Então me lembrei das palavras de minha mãe. Parei no meio da frase e abri os braços.

Kim correu para eles dizendo:
- Desculpa... Desculpa - repetia, entre soluços. Nos sentamos em sua cama, abraçadas, nos embalando. Eu me sentia péssima por tê-la assustado e por fazê-la crer, até mesmo por um segundo, que aquele abajur era mais valioso para mim do que ela.

- Eu também sinto muito, Kim - disse quando ela se acalmou o bastante para conseguir me ouvir. - Gente é mais importante do que abajures. Ainda bem que você não se cortou.

Felizmente, ela me perdoou. O incidente do abajur não deixou marcas perenes. Mas o episódio me ensinou que é melhor segurar a língua do que tentar voltar atrás após um momento de fúria, medo, desapontamento ou frustração.

Quando meus filhos eram adolescentes - todos os cinco ao mesmo tempo - me deram inúmeros outros motivos para colocar a sabedoria de minha mãe em prática: problemas com amigos, o desejo de ser popular, não ter par para ir ao baile da escola, multas de trânsito, experimentos de ciência malsucedidos e ficar em recuperação.
Confesso, sem pudores, que seguir o conselho de minha mãe não era a primeira coisa que me passava pela mente quando um professor ou diretor telefonava da escola. Depois de ir buscar o infrator da vez, a conversa do carro era, algumas vezes, ruidosa e unilateral.

Entretanto, nas ocasiões em que me lembrava da técnica de mamãe, eu não precisava voltar atrás no meu mordaz sarcasmo, me desculpar por suposições errôneas ou suspender castigos muito pouco razoáveis.

É impressionante como a gente acaba sabendo muito mais da história e da motivação por trás dela quando está abraçando uma criança, mesmo uma criança num corpo adulto.
Quando eu segurava a língua, acabava ouvindo meus filhos falarem de seus medos, de sua raiva, de culpas e arrependimentos. Não ficavam na defensiva porque eu não os estava acusando de coisa alguma.

Podiam admitir que estavam errados sabendo que eram amados, apesar de tudo. Dava para trabalharmos com "o que você acha que devemos fazer agora", em vez de ficarmos presos a "como foi que a gente veio parar aqui?"

Meus filhos hoje estão crescidos, a maioria já constituiu a própria família. Um deles veio me ver há alguns meses e disse "Mãe, cometi uma idiotice..."
Depois de um abraço, nos sentamos à mesa da cozinha. Escutei e me limitei a assentir com a cabeça durante quase uma hora enquanto aquela criança maravilhosa passava o seu problema por uma peneira.
Quando nos levantamos, recebi um abraço de urso que quase esmagou os meus pulmões.

- Obrigado, mãe. Sabia que você me ajudaria a resolver isto.

É incrível como pareço inteligente quando fecho a boca e abro os braços.

Diane C. Perrone
Histórias para aquecer o coração das mães
Jack Canfield, Mark Victor Hansen e outros
Editora Sextante

Recebido de Carla Rocha
Feliz Dia das Mães!!!

Fonte: BLOG STUM | http://www.stum.com.br/tb10473 | maio 2012

terça-feira, 8 de maio de 2012

em SINTONIA





Anjo© do Contentamento para Maio


Mensagem de Inspiração: Saboreie o que está em sua vida.

O processo criativo nunca está terminado. Abra mão da luta e descanse na realização alegre e cheia de satisfação.

Esteja em paz com aquilo que é; dê-se permissão para gentilmente residir no presente. Reciclar o passado não é “ego-lógico” e preocupar-se com o futuro é uma distração; ambos fazem com que a satisfação nos escape.

Acalmar nosso interior nos prepara para o surgimento do que é novo e nos dá um container para receber a graça quando oferecida. O modo como mantemos o conteúdo de nossas vidas determina a qualidade do “contem-tamento” que sentimos.

Abrir mão da luta, imediatamente muda nosso foco de atenção. É o mesmo que virar a cabeça para olhar numa direção diferente: por um momento, revivemos. Algo dentro de nós desperta e podemos perceber rapidamente uma realidade além de nossas experiência e respostas condicionadas.

Há algo que emerge na humanidade, que possivelmente nunca antes ocorreu. Sem um caminho ou mapa delineando como acontece esse passo em direção a uma consciência global, a satisfação permite que uma certeza serena se desenvolva. Saboreie o momento; não há nada mais satisfatório.

Esperamos que os Anjos continuem a inspirar sua vida. Que você tenha muitos momentos a saborear neste mês.

Carinhosamente
Kathy

©1981-2012 InnerLinks Angel® Cards is a registered trademark of InnerLinks. Please link to our site to share with your visitors.

OBS: Se você trabalhou com o Anjo da Liberação durante o mês de Abril, tome alguns momentos para deixá-lo ir com sua gratidão, antes de dar as boas vindas à sua vida, ao Anjo do Contentamento, para o mês de maio.

Abraços
Olga Cristina Amato Balian
Coach - Facilitadora Credenciada do Jogo da Transformação
TAYGETA EDITORA & CONSULTORES
INTERNATIONAL SUBSIDIARIES INNERLKINKS BRAZIL
Tel: 11 – 5572-9477

http://www.jogodatransformacao.com.br/
http://www.taygeta.com.br/