domingo, 21 de junho de 2009

EM BUSCA DO PARAÍSO

Olha a sincronicidade!

Ao me conectar com a inspiração e a atual alegria de voltar a acolher e usar a minha intuição (movimento feminino) é claro que as "coincidências" começam a aparecer e o meu pensamento (movimento masculino) pode captar o essencial da razão pra realizar a tão sonhada dança da sabedoria de viver com leveza e espontaneidade.

Quando quero explicar a intuição (será realmente preciso?) me vejo desarrumada, subjetiva e percebo que pouco explicativa.
Aí, encontro o artigo “Siga sua intuição”, escrito pelo Eugenio Mussak, no seu livro “uma coisa de cada vez – atitudes para viver melhor”, Editora Gente.

Lá, com a clareza necessária, ele nos diz:

“... E assim descobrimos que existe algo a mais, uma capacidade desconhecida que está dentro de nós mesmos: nossa própria intuição. Mas o que é verdade e o que é mito a respeito desse tema tão interessante quanto polêmico? Será que podemos desenvolver nossa capacidade de ter intuições confiáveis?
Desde sempre o ser humano questiona sua capacidade de decidir baseado em fatos não explícitos. Mas a grande pergunta é: “Será que existe algo de místico ou sobrenatural na capacidade humana de intuir ou trata-se de um fenômeno que a ciência aceita e explica?”
A palavra intuição deriva do latim intueri, que significa “ver por dentro”, perceber o que está oculto para os outros. Estamos falando de uma capacidade humana de sentir, ou, em outras palavras, de um “sentido”. Sentidos são atributos da natureza que permitem conectar o ser humano ao mundo que o rodeia. Os cinco sentidos clássicos são: a visão, a audição, o olfato, o paladar e o tato. São eles que permitem nossa percepção dos detalhes do mundo e nossa conseqüente interação com ele.
A intuição seria, então, mais um sentido colocado à nossa disposição, pois sua finalidade é exatamente a mesma dos demais: melhorar nossa relação com o mundo e facilitar nossa vida.
A dificuldade que temos de entender a intuição como um sexto sentido é o fato de que ela não apresenta um órgão específico. Para os demais temos os olhos, os ouvidos, o nariz, a boca e a própria pele. Já a intuição não tem um órgão “periférico”, ele usa diretamente a central de processamentos, ou seja, o cérebro.
A maior parte das informações que temos hoje sobre o cérebro foram descobertas nos últimos vinte anos. A neurociência é um dos capítulos da biologia humana que mais avançam na atualidade e, a respeito da intuição, nos diz alguma coisa. Por exemplo, para que a intuição ocorra, pelo menos duas condições são necessárias: a existência de um registro inconsciente derivado de uma experiência anterior e uma freqüência cerebral baixa, ou seja, um cérebro relaxado.”

Há outras colocações maravilhosas pra quem deseja compreender a intuição. Deixarei pra próxima postagem.
Aqui fica uma sugestão: que tal já perceber nos próximos dias como usamos ou podemos usar nossa intuição na melhor relação com a vida ?

Boa semana!
Bjs no coração.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Oh!

MUSA DE MIM

Sinto que não há do que reclamar. Acordei em perfeito estado de presença interna, o céu aparece num azul sugestivo, as notícias que chegam são perfeitamente vivenciáveis, tenho boas novidades que logo, logo poderei compartilhar... Aí reflito com o Anjo inspirador do mês e fica a pergunta que tem me mobilizado nos últimos dias: por que a sensação da falta de inspiração?

Começo a enumerar possíveis realidades. Justifico o acúmulo de afazeres externos, mas no momento necessários, a roda viva de itens e horários, o tempo escapando entre as opções escolhidas, um roteiro em que me esqueço de colocar em muitos instantes o glamour, aquele que tanto considero importante pra dar uma pitada diferente e sensual ao dia a dia.

Tomo então uma decisão: vou cuidar de mim de uma maneira diferente. Vou alimentar a minha real energia. Vou dar um descanso pra minha mente que usa e abusa da minha essência. Vou me deixar sonhar e permitir a transformação desse sonho em algo real. Porque se deixar, a mente funciona repleta de motivos para que eu diga SIM, tome a decisão planejada e lá vou eu pensando, pensando, concordando... até que, revendo a situação, surgem novos e significativos motivos pra que eu NÃO faça o que imaginei. Há censura, medo e culpa envolvidos na tomada de decisão. E, incrivelmente, são depósitos antigos armazenados em porões escuros e úmidos de lágrimas, cuja procedência já nem me lembro mais. Esse processo repetitivo traz um aprisionamento desconcertante que acaba com qualquer ato criativo e feliz. E, hoje, percebo ser um processo enlouquecedor!

Posso escolher sair por aí fazendo coisas estranhamente diferentes do que tenho feito ou sido. Será divertido, porém andarei radicalmente do lado oposto da minha essência e, provavelmente, sentirei um desconforto de quem pisa no molhado e perde o equilíbrio quando, na verdade, quero sentir a sensação dos pés descalços e a delícia da água a massagear minha pele e minhas emoções.

Posso escolher a liberdade da permissão de aventurar-me por uma nova direção logo após ter acolhido a ação dos inevitáveis pensamentos, ter respirado na rápida e sábia escolha da preservação necessária e ter me entregue à receptiva sensação prazerosa que sem explicação posso viver.

Posso, sim, seguir a sabedoria da minha alma feminina, suave, serena, atenta, receptiva, acolhedora... Posso usar a minha INTUIÇÃO. Se posso, devo. Devo preservar a sofisticada motivação e inspiração instintiva de ser a musa da minha vida. E assim, deixar os fantasmas se perderem no abandono da sua fragilidade ao serem iluminados pela força do feminino em mim. E cá pra nós, com luz só mesmo “Pluft, o fantasminha”, daquela linda história escrita por Maria Clara Machado. Aquele fantasminha que tinha medo de gente e que pra minha alegria, um dia, pude vivê-lo num palco real diante de encantados olhos infantis.

Então, eu posso! Feliz inspiração de um anjo em mim!
Este texto foi escrito com uma rapidez que me encantou. Convido você a também se maravilhar com sua fonte criativa. Se quiser, envie pra mim através do comentário. Terei imenso prazer nessa leitura e até em sua postagem, se me permitir.
Beijos carinhosos.
Clarisse Maria

segunda-feira, 8 de junho de 2009

em SINTONIA

"Um anjo que está em nós."



Anjo© da Inspiração para Junho


Se você trabalhou com o Anjo do DESPERTAR durante o mês de maio, dê-se alguns minutos para deixá-lo ir com gratidão, antes de dar as boas vindas ao Anjo da INSPIRAÇÃO à sua vida para o mês de junho.

Mensagem de Inspiração
Crie espaço em sua vida para alertas intuitivos. Ultrapasse o ruído diário e conecte-se à fonte que alimenta a vida.
A clareza da inspiração é, frequentemente, fugaz, porém luminosa. Ela ilumina nosso caminho sagrado. Vem por entre nossos pensamentos passageiros e aparece nos momentos mais inesperados, quando estamos escovando os dentes, ou dirigindo para casa num caminho familiar. Nossa alma fala conosco em pequenos micro-momentos, quando nossas mentes estão suficientemente livres para ouvir.
A inspiração é uma capacidade de agregar fatos, experiências, aprendizados e todo tipo de compreensão, e considerá-los em conjunto – simultânea e instantaneamente formando uma nova imagem (percepção) ou caminho à frente.
Ela toma das marcas energéticas que já existem em nós e as rearranja num significado mais profundo daquilo que está acontecendo. Isto nos informa sobre o que é importante para a cura e para resolver os problemas em curso, e nos aponta novas direções. Começamos a caminhar pela vida de modo diferente, aprendendo a discernir os avisos proveitosos advindos de necessidades aleatórias, mapeando as sincronicidades e fluindo mais espiritualmente.
Como seria se Você acordasse agora e descobrisse que sua realidade atual é apenas um casulo para que seu espírito se familiarize com a vida no plano terrestre?
Então, olhando mais a fundo, Você perceberia que está aqui para atrair a força de vida superior e a inspiração que despertam a alma e fazem com que permaneça consciente.
Esperamos que os Anjos continuem a inspirar sua vida.

Warmly,

Kathy – www.innerlinks.com
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Um ótimo mês a tod@s.
Abs
Olga Cristina Amato Balian

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